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| Tipo de Bolsa | Sem Bolsa |
| Orientador | RICARDO BARBOSA FELIPINI |
| Centro do Orientador | CENTRO DE CIENCIAS AGRARIAS |
| Departamento do Orientador | CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS / CCA |
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| Área do Conhecimento | Fitossanidade |
| Período | Outubro de 2024 até Abril de 2025 |
| Titulo | Extrato etanólico de própolis no manejo do mofo-cinzento em pós-colheita de morangos |
| Resumo | O morango (Fragaria x ananassa) é um pseudofruto rico em vitaminas, minerais, carotenoides e amplamente apreciado por suas características organolépticas. Entre as principais causas de perdas estão as podridões de pós-colheita causadas por fungos como Botrytis cinerea, agente causal do mofo-cinzento. A doença, muitas vezes, é controlada com o uso de agrotóxicos convencionais, porém, a fim de evitar danos aos produtores, consumidores e ao ambiente, têm crescido a demanda por produtos livres de agrotóxicos. A própolis é um material resinoso produzido por abelhas, possui atividade antifúngica, e se apresenta como uma alternativa para o controle de doenças de plantas, sendo permitido seu uso na agricultura orgânica. Este projeto visa estudar o uso de extratos etanólicos de própolis (EEP) para o controle do mofo-cinzento em morangos. Os EEPs serão preparados pela imersão de 5 g de própolis em 20 mL de etanol (70%) durante 24 h, no escuro e, posteriormente, os extratos serão filtrados e armazenados em frascos âmbar a 4 ºC no escuro. Os EEPs serão caracterizados (em triplicatas) quanto aos teores de compostos fenólicos totais e flavonoides por métodos colorimétricos e verificar-se-á se a composição das própolis é relacionada à estação do ano em que foram coletadas. Quanto à doença, primeiramente, serão realizados testes de patogenicidade do isolado fúngico em laboratório. Morangos serão inoculados com suspensão de esporos (30 µL) em diferentes concentrações (1x103, 1x104 ou 1x105 esporos/mL) e armazenados a 4 ºC ou 25 ºC. A incidência e severidade da doença serão avaliadas diariamente a partir do terceiro dia após a inoculação. A partir da definição da concentração de esporos e temperatura mais adequadas para a ocorrência da doença, morangos serão inoculados com o fitopatógeno e, 24 h depois, imersos em soluções contendo diferentes concentrações de EEPs até a dose máxima de 1%. Os experimentos serão conduzidos em delineamento completamente casualizado com 5 repetições por tratamento, sendo cada repetição composta por uma bandeja contendo 6 morangos. A avaliação da doença será realizada 7 dias após a inoculação por meio de escala de notas (0=ausência de sintomas, 1 = 1 a 20%, 2 = 21 a 40 %, 3 = 41-60 %, 4 = 61 a 80% e 5 = 81 a 100% de sintomas de mofo-cinzento). Assim, buscar-se-á contribuir no conhecimento sobre o manejo do mofo-cinzento com o uso de própolis em pós-colheita. |
| Palavras-chave | Botrytis cinerea, Controle alternativo |
