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| Instituição | UFSC |
| Tipo de Bolsa | PIBIC/CNPq |
| Orientador | MIRIAM PILLAR GROSSI |
| Depto | DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA |
| Centro | CENTRO FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS |
| Laboratório | Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades |
| Grande Área / Área do Conhecimento | Ciências Humanas e Sociais/Ciências Humanas |
| Sub-área do Conhecimento | Antropologia |
| Titulo | Arte e Ativismo: práticas feministas na museologia |
Resumo | Desenvolvido no Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades, este trabalho é resultante de três anos de pesquisa como bolsista de Iniciação Científica (CNPq), e tem por objetivo analisar as intersecções entre o movimento feminista na arte e o pensamento contemporâneo em Museologia através da ótica dos Estudos de gênero. A metodologia consistiu em: a) uma ampla revisão bibliográfica dos campos conceituais “Pensamento contemporâneo em Museologia”, “Gênero e Ciências”, e “Feminismo e arte”; b) a organização de uma exposição museológica feminista e de manifestos visuais para coadunar a prática e a teoria; c) visitas a exposições ligadas à temática da pesquisa; e d) a escrita de meu Trabalho de Conclusão de Curso, intitulado “Mulheres Artistas em Revolução: museologia, feminismo e arte”. A discussão se dá em torno de três eixos, a saber: “Feminismo na Teoria Social Contemporânea”, “Pensamento Contemporâneo em Museologia” e “Feminismo e Arte”; onde, através da ótica de gênero, parte da histórica relação entre a Antropologia, a institucionalização do museu moderno e o fenômeno social do colecionismo de modo analisar a estreita ligação entre sexualidade, modernidade e representação na museologia. Empreendemos uma análise mais aprofundada das décadas de 1960 e 1970, onde surgiram, sob o pano de fundo da Guerra Fria (1945 – 1991), o movimento feminista na arte e novos paradigmas teórico-práticos na museologia. Concluímos que a teoria feminista nos mostra que as opressões operam interseccionalmente e tem influência direta sobre questões fundamentais na museologia como “comunidade”, “território” e “identidade”. Assim, compreendemos o feminismo enquanto uma postura consciente e politizada capaz de reinscrever uma teoria e prática museológica humanizadas, transformando lugares como o museu em espaços de emancipação sexual e política, comprometidas de fato com o horizonte social livre de opressões. |
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| Palavras-chave | Museologia, Antropologia, Feminismo, Arte, Gênero |
| Colaboradores | |