| Número do Painel | |
| Autor | |
| Instituição | UFSC |
| Tipo de Bolsa | PIBIC/CNPq |
| Orientador | CRISTIANO BINDER |
| Depto | DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA / EMC/CTC |
| Centro | CENTRO TECNOLOGICO |
| Laboratório | Laboratório de Materiais |
| Grande Área / Área do Conhecimento | Ciências Exatas e da Terra
/Engenharias |
| Sub-área do Conhecimento | Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Titulo | AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO TRIBOLÓGICO DE COMPÓSITO AUTOLUBRIFICANTE SINTERIZADO EM DIFERENTES REGIMES DE LUBRIFICAÇÃO |
Resumo | O desenvolvimento de autolubrificantes é um dos focos do Laboratório de Materiais (LabMat) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); em especial aquelas cuja matriz é ferrosa. Sendo assim, o presente trabalho objetiva o estudo da lubrificação sólida, proveniente do compósito autolubrificante, aliada à lubrificação fluida e suas influências sobre o comportamento tribológico do componente. Para tal, selecionou-se uma liga, presente no portfólio do laboratório, na qual o comportamento autolubrificante é consequência da presença do carbono na forma de grafita (C) e do nitreto hexagonal de boro (hBN). O componente fora fabricado a partir da rota convencional da metalurgia do pó e posteriormente à sua produção o mesmo passou pelo processo de calibração com três cargas distintas, a fim de garantir tanto precisão dimensional quanto acabamento superficial. Em seguida, realizaram-se análises microestruturais e topográficas, com o intuito de assegurar as características desejadas para a liga. Após a definição da melhor superfície calibrada, o estudo avançou para a etapa final, na qual analisou-se os eventos tribológicos provenientes de dois grupos de amostras: o primeiro contendo apenas o lubrificante sólido e o segundo, em condições fluidas, com a adição de um óleo lubrificante. A fim de garantir sua disponibilidade durante todo o contato, as amostras passaram pela etapa de impregnação, na qual saturou-se a porosidade do material. Dessa forma, o presente trabalho destacou, em especial, a influência que tais processos – calibração e lubrificação – exercem sobre o comportamento tribológico do componente. Através dos resultados, foi possível comprovar os efeitos da calibração, podendo prolongar a vida útil do componente. |
| Link do Video | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226454 |
| Palavras-chave | materiais sinterizados, engenharia de superfície, metalurgia do pó, lubrificação fluida, tribologia |
| Colaboradores |
